Escutar o CD da Taylor Swfit está na lista das minhas coisas favoritas no mundo. Sem exagero! Acho incrível como ela consegue ser tão sincera em suas músicas. E com o álbum Red não foi diferente. O que eu mais gostei foi ver o quanto a cantora se arriscou e conseguiu, mesmo assim, continuar sendo a Taylor que agente ama. É que, em algumas músicas, como Starlight e I Knew You Were Trouble, ela se jogou no pop com um estilo mais eletrônico, mas sem perder a sua essência country. Em All Too Well e I Almost Do, confesso que não consegui segurar as lágrimas - e tenho certeza de que não vou ser a única. Mas uma das minhas favoritas é a música 22: para ouvir rindo com as amigas enquanto fala mal do ex... Hahaha! Tay, continue escrevendo assim, sobre a vida de todas as meninas do mundo. A gente agradece!
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terça-feira, 1 de janeiro de 2013
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Crítica de Red -> "Taylor Swift se afasta do som country e usa sua bela voz em outros estilos"
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| Crítica de Thales de Menezes, Editor-assistente do caderno "Ilustrada", do jornal Folha de São Paulo. |
"Red", quarto álbum de Taylor Swift, já vendeu quase 2 milhões de cópias nos Estados Unidos. Essa marca o coloca como o segundo disco mais vendido naquele país neste ano, perdendo apenas para... "Up All Night", da One Direction. Se Taylor fica atrás do namorado nas paradas, revida com folga no quesito qualidade. Há seis anos, quando surgiu como adolescente cantando country, ela poderia ser só um rosto bonito. Melhorando a cada disco, neste ela arrisca uma boa distancia do sertanejo americano. Poe para dançar em algumas faixas, flerta com o rock and roll em outras. Nas baladas, continua soberana. Taylor tem uma vantagem inegável sobre as cantoras da mesma geração: a voz belíssima e afinada. Katy Perry, Rihanna e Ke$ha recorrem aos berros e abusam de modulações estranhas para compensar vozes um tanto agudas e de pouco alcance. Taylor é uma sereia. Fica evidente nas canções lentas como "Sad Beautiful Tragic" e "All Too Well" - com ecos da batida country que a lançou no mercado, usando bandolins e violões. O álbum vem com um CD extra que traz seis faixas, todas interessantes. Destaque para a releitura acústica da agitadinha "State Of Grace", que abre o disco principal. Ficam sobrando apenas as músicas que Taylor divide com "convidados", prática' já desgastada na indústria. A boa "Everything Has Changed", com Ed Sheeran, e a fraca "The Last Time, com Gary Lightbody (cantor do Snow Patrol) não acrescentam nada ao disco. Taylor sozinha resolve.
Avaliação: bom
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